Uma família compra residência que tem fama de acolher um certo fantasma. A família de artistas é céptica quanto ao fato e até pretendem prender o tal fantasma – que acreditam ser um ator disfarçado – para expor como propaganda do local que desejam tornar em espaço cultural.
O Fantasma, por sua vez, é desarticulado e confuso. Perdido nos seus 300 anos de obsessão.
No entanto as pessoas da família de artistas desaparecem uma a uma; atémesmo um garoto esperto que chega para socorrer a residência e livrar o fantasma de sua pena e carma, acaba sumindo.
Mas a figura de uma cigana se mostra perigosa e suspeita.
Somente a interferência de mentores espirituais pode resolver o caso satisfatoriamente. A questão é: satisfatório para quem?
A obra é baseada livremente n’O Fantasma de Canterville, de Oscar Wilde.
È uma leitura leve que pode agradar ao público infanto-juvenil.
Tem fundo espiritualista com a intenção de não cair no pieguismo desse tipo de obra, e no melodrama. Segue a idéia de dar um tom farsesco e hilário à situação do após a morte e suas conseqüências.
com
AMANDA GARCIA, ADRIANA DIAS, MARIA AUGUSTA PAULINO, COELHO DE MORAES,
IVANIRA RAFALDINI, CAIO PAULINO, ANA CAPORAL, e ADRIANA GOMES
Rose Braga vem trabalhando em música, na área da composição desde 1981, quando entrou para o Coro da UFF - Federal Fluminense, Nictheroy, RJ. Constrói uma obra musical tranquila, leve, estudando sempre - fez curso de canto, viola de orquestra e foi solista em vários musicais; mantém esta obra composicional feita nos intervalos da jornada de trabalho.
Uma de suas obras, NATALEFLAUTI, foi escolhida para o LAUDAMUS 2009, na Italia.
Trata-se de obra para 4 flautas (picolo, 2 flautas transversas, e flauta baixo) sobre temas natalinos.
Programa abaixo.
As apresentações serão em dezembro, pois, trata-se de um concurso para celebrar o NATAL.
É evidente o valor internacional do acontecimento, basta ver as outras participantes e os países envolvidos e a importância da organização do evento.
13 Ottobre 2009
Desideriamo informarvi che il suo lavoro è scelto per la stagione Natalizia. Prego trovare di seguito il programma e le date dei concerti. Alla fine del mese invieremo altre informazioni in merito.
A FATECmococa – Faculdade de Tecnologia de Mococa – através de seu Núcleo de Cultura, convida a todos os estudantes de Mococa a participarem do
I PREMIO ROGÉRIO CARDOSO
para o Teatro do Estudante
1. OBJETO
1.1. O IPREC – I PREMIO ROGÉRIO CARDOSO – para o teatro do estudante, é um evento realizado em MOCOCA que tem como objetivo principal fomentar a produção artística no meio estudantil, abrindo espaço para estudantes em qualquer grau de escolaridade, de qualquer região do país, apresentarem espetáculos teatrais. O IPREC também busca estimular o gosto do público – principalmente crianças e jovens – pelas artes cênicas, além de democratizar o acesso à cultura a vários segmentos da sociedade ainda carentes desta modalidade artística. Como objetivo secundário: Cultivar platéias.
2. INSCRIÇÕES
2.1. Poderão participar estudantes em qualquer nível de escolaridade vinculados a qualquer instituição de ensino.
2.2. Inscrições: de 20 de julho a 30 de outubro de 2009.
2.3. No ato da inscrição o grupo deverá entregar:
A - Ficha de inscrição preenchida e assinada;
B - Texto descrevendo a proposta/intenção da montagem;
C - Uma cópia do texto ou roteiro para arquivo da FATECmococa;
D – Mapade luz; Mapa de cenário;
E - Lista com nome, endereço, telefone, e-mail e função do grupo.
F - Declaração de escolaridade dos participantes.
G - Sinopse do espetáculo (máximo 5 linhas) para mídia;
H - Um CD contendo 03 fotos em alta resolução (300dpi) do espetáculo ou do grupo, mesmo que seja de ensaio, para inclusão no material de divulgação. É obrigatória a citação do crédito do fotógrafo.
I – Permissão dos responsáveis para que o aluno participe do IPREC.
2.4.1. São considerados participantes do grupo o elenco, o(s) diretor (es) e equipe técnica necessária à montagem e apresentação. Caso mais de um integrante do grupo faça parte de uma mesma instituição de ensino, a declaração de escolaridade e freqüência poderá ser emitida em um único documento. Funcionários das instituições de ensino que precisarem acompanhar a montagem e/ou a apresentação, deverão também estar listados como equipe de apoio e indicadas suas respectivas funções.
2.4.2. O material entregue não será devolvido.
2.5. A coordenação do IPREC não responde por nenhuma informação falsa ou incompleta sobre a autoria dos textos e trilhas sonoras inscritos pelos grupos, sendo estes integralmente responsáveis pelas informações que prestarem.
2.7. Os grupos poderão inscrever mais de um espetáculo para o festival.
2.7.1 – Local de inscrição:
FATECmococa.
a/c deCida ou monitores.
Avenida Dr. Américo Pereira Lima s/nº
13736260 – Jardim Lavínia
cidade de Mococa.
Telefone 19 3656 5559.
3. SELEÇÃO
3.1. O local, dias e horários das apresentações serão definidos pela comissão organizadora do IPREC. Caso o grupo não tenha disponibilidade em alguma data prevista para a realização do festival, deverá informar a organização na ficha de inscrição.
3.2. A seleção das apresentações será feita por uma comissão de profissionais das artes cênicas, visuais e literárias.
3.3. As decisões da comissão de seleção serão irrecorríveis.
3.4. O resultado da seleção será divulgado até o dia 03 de novembro.
4.1. O IPREC será realizado no período de 04 a 13 de dezembro de 2009.
4.2. Os espetáculos serão avaliados por uma banca de até 05 jurados.
4.2.1. A decisão do júri é secreta, irrevogável e incontestável.
4.3. Na data da apresentação deverá ter, no mínimo, 01 responsável pela iluminação e sonorização devidamente inscrito no Festival.
4.4. A montagem dos espetáculos será de inteira responsabilidade dos grupos, devendo se adequar às condições técnicas dos espaços onde se apresentarão.
4.5. Em caso de danos materiais aos espaços, o grupo responsável deverá reembolsar a comissão organizadora do IPREC pelos gastos com o conserto ou reparos necessários.
4.6. Proibido o uso deartigos pirotécnicos e fogo. No caso de uso de água o grupo deve se responsabilizar por limpar e secar o local.
4.7. Caso haja bilheteria cada grupo receberá 50 ingressos para vender, se assim o desejar, podendo até receber mais, se assim o desejar.
4.7.1. O montante da venda pertencerá ao grupo a título de cachê.
4.8. Havendo bilheteriao ingresso para os espetáculos custará R$ 5,00 (cinco reais) inteira e R$2,50 (dois reais e cinqüenta centavos) meia entrada.
4.8.1. Cada grupo venderá seus ingressos pelo valor que lhe for mais cômodo, contanto que seja igual ou menor do que R$ 5,00 (cinco reais).
4.9. À comissão organizadora do IPREC reserva-se o direito de alterar, por motivos de força maior datas, horários e locais das apresentações.
5. PREMIAÇÃO
5.1. Serão premiadas as melhores montagens, nos seguintes quesitos: Espetáculo, Autor (se texto original), Direção, Ator, Atriz, Figurino, Cenário, Iluminação e Sonoplastia, Música (se original).
5.2. O grupo vencedor do prêmio Melhor Espetáculoreceberá o troféu ROGÉRIO CARDOSO. E, 20 (vinte) cópiasde seu espetáculo em DVD. Os demais premiados receberão diplomas.
6. Disposições finais
6.1. O ato de inscrição do grupo implica plena concordância e autorização para que os realizadores do IPREC utilizem, para transmissão e retransmissão e mídia, nome, imagem e voz, de todos os integrantes em toda e qualquer atividade de divulgação e apresentação necessárias.
6.2. A simples inscrição no Festival implica na aceitação e no cumprimento das normas aqui prescritas.
6.3. Pontos não explicitados no regulamento serão analisados e julgados pela comissão organizadora do IPREC.
Saudações. Desenvolveremos ensaios semanais, crônicos e ululantes, tecendo comentários e sugestões, idéias e caminhos sobre o amplo tema da Cultura. A Cultura como produção humana e como expressão de linguagem. É comum se esperar dos representantes políticos da cidade que tragam “indústrias pesadas”, Para muitos isso será sinônimo de emprego que fará a cidade crescer. Há outros que só sossegam depois de construir seu prédiozinho, para demonstrar que a cidade cresce a olhos vistos e para o alto. No entanto, Mococa, não terá essa “indústria-máquina-cimento-prédio” pois fica mais barato – muito mais barato – atravessar a divisa e montá-la nas Minas Gerais, na cidade irmã de Arceburgo, por mera questão de imposto estadual. Lá o imposto é mais barato. Para lá irão todas, inclusive as nossas. Basta que esperemos. A vaquinha, mesmo, não está mais na chuva. Com as indústrias irão as famílias. No entanto, promete-se detudo. Quem quiser “indústria” para ter emprego, terá que montar a sua própria ou mudar de cidade.Aqui, apostaremos em outras formas de “indústria”. As cidades têm alternativas. Mococa, por exemplo, tem o turismo, tem o esporte, tem a cultura. Os mais espertos perceberão os valores da agroindústria. Mas, se quisermos procurar meios ecologicamente viáveis e altamente educacionais, teremos que escolher a vertente da Produção Cultural. Essa última será o tema constante de nossas conversas pois, a meu ver, ela engloba outras indústrias, de forma harmônica e construtiva, propagando desenvolvimento mais equilibrado. A Cultura – como sinônimo de Civilização - trata dos costumes, manifestações, civilização, inter-comportamento, mas, também, trata de artes, manifestação do intelecto e da sensibilidade humana, numa abordagem que pode ser coletiva ou individual. Ainda podemos usar dois grupos para pensar a Cultura: um Grupo Antropológico – o modo de vida da sociedade; um Grupo Artístico – os produtos inventados, desenvolvidos e construídos por essa sociedade, em seus vários campos. No primeiro grupo é lícito dizer quer todos temos cultura e julgamos as outras em função da nossa. Até a nossa julgamos. No segundo podemos dizer que há indivíduos e grupos que criam e obedecem uma linguagem de símbolos e relações que querem criticar, explicar ou apenas mostrar, expor, com outra linguagem, os anseios e vislumbres do primeiro grupo. Cultura não é evento, não é show e nem tem que divertir, ou entreter, necessariamente o público. A tônica da Cultura também é a preservação da espécie, aprimorando o ser humano, refinando suas tendências, aspirações e esforços. Negar a Cultura e impedir suas manifestações é ser violentamente criminoso. Propor e executar regras e leis que incentivem as produções humanas é obrigação de qualquer mandatário, de qualquer cargo. Como tudo isso vira Indústria Cultural é o que veremos daqui para diante. Dessa forma convido você, leitor ávido e interessado em produção cultural a nos acompanhar, semana a semana, na jornada sem comodismos onde imperam criatividade e fazer cultural e, se quiserem, o bom debate. Ou bom combate.